Texto Incrível do Frank Maratonista
99,999 % é verdade, kkkkkkk
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Frank e esposa Thais |
Tudo começou no dia 06 de janeiro
de 2013, numa corrida de 10 km que a Olga chamou de reis e rainhas, entre
amigos. Como eu ainda estava de ressaca da maratona de Chicago, que eu e a
Thais fizemos em outubro/12, não consegui correr os 10km. Parei no km 08, já
sem pernas. A Thais, que nunca desiste, parou no km 3. A coisa não começava bem...
Dia 12 de janeiro de 2013 -
Combinei com a galera de correr 10 km, pra começar de vez a preparação pra
maratona, mas perdi a hora e dei um sonoro bolo em todo mundo. Todos ficaram
super felizes comigo... A coisa tava piorando.
Dia 19 de janeiro de 2013 – Dessa
vez marquei e fui, lá estavam Joao Oswaldo, Valdecir e Eu. Éramos pra ter feito
16 km. Mas como tinha pulado o treino dos
10 km, consegui me arrastar em companhia do Valdecir e fizemos 12 km.
Terminei andando e zoado. Será que isso
seria um presságio.
Dia 26 de janeiro de 2013 – Agora
já com o grupo que entitulamos de pocotó praticamente inteiro reunido, com a
presença do Osvaldo Brandão, amigo desde 91, quando cursamos administração na
Fucmat, que levou o excelente novo amigo André Milani, além da Olga que nos
cedeu o Seu Emerson para apoio, e Sueli, essas duas fizeram a parceria e correram
com a Thais. Começava aí uma história de parcerias e amizades fortalecidas.
Nesse momento, já havia conhecido o Estivison, mas ele não pôde ir nesse treino
devido ao trabalho. Fizemos 20 km, fui num ritmo um pouco mais lento que os
outros 3, acompanhado pelo Valdecir. Terminei os 20 km abaixo de 2 horas. O
percuso off-road Campo Grande – Rochedinho (ir e voltar até à metade) é briga
de foice no escuro. Subidas de “responsa”.
Dia 02 de fevereiro de 2013 –
Esse dia foi uma bagunça generalizada que prefiro me abster de comentar os
fatos. Quanto ao treino, Foram 23 km, de sol, percurso horrível e perigoso. Pontos
positivos: conheci pessoalmente o Estivison e o fantástico amigo dele
Juscelino. Ah, não vou perder a oportunidade né? Na volta (11,5 km) num incrível
ritmo abaixo de 5 min/km de pace quebrei o Estivison (dono desse blog...rs).
Dia 09 de fevereiro de 2013 –
Considerados por muitos o melhor dos treinos, minha mãe indicou um estrada
off-road, plana, sem carros e num dia maravilhoso, sem sol, temperatura
agradável e com a presença maciça de todos os pocotós. Fizemos 28 km (Eu, Joao
Oswaldo, Juscelino e Rodrigo Oliveira), os que fizeram mais, e outros 20, 22,
23, 24 km. Teve pra todo gosto. Minha irmã foi no apoio no carro. Corri a maior
parte do tempo com o Milani (que fez apenas 15 km) e o Estivison que faria 18
km, mas se solidarizou comigo e foi até o 22 km. A Thais iria fazer 20 km, mas
completou 24 km em companhia do Valdecir, que foi um grande parceiro, inclusive
pra tomar carreirão de cachorros. Faltou apenas a nossa fiel companheira Olga,
que estava viajando. Depois desse treino fomos pra um churrasco na minha casa,
já que era carnaval e precisávamos comemorar. Nesse dia conheci o incrível
ultramaratonista Rodrigo Oliveira, que deu uma pequena aquecidinha, pra quem
costuma fazer distâncias de 100 km. Ah, e começou haver uma competição velada
(ou seria explícita..kkk) pra ver quem chegava na frente. Até então, o
Juscelino e o Joao Oswaldo chegavam muitos muitos muitos minutos a nossa
frente, especialmente na minha, mesmo eu já imprimindo um ritmo de 5:30-5:40
min/ km.
Dia 16 de fevereiro de 2013 –
Nesse dia a Olga, a Thais e o Valdecir quiseram me matar, escolhi um percurso,
sem saber que era morro com mais de 5 km de subida na volta (variação de mais
de 300 m de altitude), além de outras planícies na ida. A paisagem era
maravilhosa, muitos acharam o trajeto o mais bonito, mas sem dúvida o mais
sofrido. Foram 30 km. A Thais quebrou no km 20, a Olga e o Valdecir a
acompanharam em todo o trajeto, mostrando incrível solidariedade e espírito de
equipe, visto que correm mais rápido que a primeira. A Olga nem se cansou. O
Valdecir guerreiro completou os 30 km. Todos deveriam ter esse espirito, o
mundo seria bem melhor. Pensando nos outros e não em si próprio. Esse dia, o
Juscelino e o Rodrigo Oliveira literalmente me arrastaram. Foram falando
palavras de incentivo do km 16 ao km 30, mostrando como os outros dois citados,
uma solidariedade incrível. O João Oswaldo chegou na frente, mas se arrastando,
mostrando que o percurso não foi brincadeira mesmo. Nesse dia fiz 30 km em 3 h.
Mas podemos considerar que num trajeto normal seriam uns 35 km. Fora o sol que
deu o ar da graça desde cedinho e torrou nossos cérebros.
Dia 24 de fevereiro –
Coincidentemente, a distância dos meus treinos coincidia com o percurso de uma
prova de rua organizada pela estupenda ACORP, qual seja: 24 km. A distância
acabou dando 25 km. O trajeto cheio de subidas, off-road – Campo Grande –
Rochedinho. Percurso osso, como já falado anteriormente. Com certeza foi a
prova mais bem organizada que já fiz no MS. Na semana que antecedeu a prova,
fiz dois treinos de 15 km com o Osvaldo Brandão, que havia sumido nos últimos
tempos devido a problemas de trabalho e de saúde da esposa. Esses treinos foram
fantástisco. Aquele começo dos treinos fatídico, cheio de “ziquizira”, estava
se transformando em promissores tempos para Paris. Bem, na prova, foi o
seguinte, o Osvaldo disse que iria correr no ritmo de 5:30 min/km (e eu bobinho
acreditei...rs), e falei, então vamos juntos. Só que quando deu a largada, o
homem virou um foguete, começou mandar 4:30, 4:20 min/km. Eu larguei os 2
primeiros km no ritmo de 5 min/km, mas nem chegava perto. Ele estava no mesmo
pelotão do Joao Osvaldo, Juscelino e Careca (André Sandin) – só os tops.
Resolvi reduzir o ritmo para não quebrar, até porque conhecia parte do
percurso, e sabia das dificuldades vindouras. Eis que pelo km 4 me aparece o
Estivison, que me acompanhou até o km 8 e começou a abrir (o filho da mãe tinha
escondido o jogo nos treinos) e disparou. Nesse momento eu pensei, agora vai
vou pra tática kamikase e acompanhar esse “lazarento”. Quanto mais eu apertava
o ritmo, mas ele apertava também. Eu comecei a fazer tempos abaixo de 5 min/km,
na subida, e não o alcançava. Comecei passar excelentes corredores. Alguns
quebrados, outros com caimbras. Passei inclusive o Jeferson que tem a meia
maratona da volta das nações pra 1:32h. E nada de alcançar o Estivison. Mas
mantive o ritmo e no km 22 pro 23 km veio a consagração, passei-o e abri,
deixando ele mais de 2 minutos pra trás. Depois fiquei sabendo que o Joao
Oswaldo tinha chegado só um pouquinho na minha frente. Mais 2 km passava o Joao
também (rs). O Osvaldo, O Juscelino e o Careca terminaram uns 5 minutos na
minha frente. Nesse momento, estava desenhado uma maratona para sub 4:00h, sem
muito sacrifício, pois meu pace foi de 5:30 min/km, numa prova casca grossa. E
ainda cheguei fazendo micagem, dando um pulo de meio metro do chão, devidamente
registrado. Tinha gás pra fechar os 42 km esse dia. Ah, só um detalhe, o
Estivison em sua defesa alega que usei os produtos do Lance Armstrong. Pura
calúnia e difamação (kkkkkkkkkk).
Dia 02 de março – Não houve
treino em grupo porque eu e a Thais viajamos no final de semana. Era pra eu ter
feito 28 km, mas devido a viagem, consegui correr só 15 km, num sol escaldante
de Araraquara, que tem o doce nome de Morada do Sol, não por acaso.
Dia 09 de março – Na linha dos
treinos off-road, encontrei um percurso muito legal, praticamente dentro da
cidade (chácara dos poderes), e tínhamos previsto a distância de 34 km. Eu já
estava receoso, pois não havia feito nem 2/3 do que eu tinha que ter treinado
na semana anterior. Iria ser tarefa árdua. Mas o pior estava por vir, nos
perdemos no caminho, entramos em uma fazenda e a brincadeira que seria de 34
km, se transformou em 38 km. A Thais fez 24 km, já previamente previsto, pois
os treinos dela não estavam coincidindo com os meus, em termos de distâncias. A
Olga a acompanhou de carro durante todo o trajeto. O Valdecir foi recolhido no
km 27. Ah, e corremos dentro da tal fazenda 10 km no sol e sem água, pois o
apoio do Seu Emerson, que estava de moto, não tinha como entrar. A paisagem
dentro da fazenda é indescritível. Na minha modesta opinião, o cenário natural
mais bonito de Campo Grande. Nesse dia tivemos a ilustre presença do Emir, que
completou os 38 km. Vi duas cenas inéditas e impensáveis: 1) O Juscelino
quebrado; 2) O Joao Oswaldo sendo ultrapassado por mim. Pra quem nos primeiros
treinos chegava mais de 10 minutos atrás dos dois, tê-los ultrapassado foi a consagração.
Detalhe, grau de dificuldade do percurso, numa escala de 0 a 10, diria que 11.
Areião, subidas e sol. E sem água boa parte do trecho. Todas as dificuldades
num só treino. Ou seja, estava mais que provado que 42 km iria ser
brincadeirinha de ninar, e com tempo abaixo de 4 h, sem sofrer muito, ainda
mais considerando que as temperaturas de Paris são baixíssimas e o percurso
plano. Tudo estava super bem encaminhado, tudo conspirando a meu favor, tudo
absolutamente dentro do script. Tudo perfeitamente normal, aliás, melhor que o
normal, pois nenhuma lesão havia me acometido, salvo uma tendinite no joelho,
que doía, mas não atrapalhava correr.
Fatídico dia 12 de março de 2013
– A derrocada de um corredor. Fui a um médico para pegar o atestado que a maratona
de Paris exige, e caí na besteira de dizer a ele que estava com um incômodo no
joelho, se ele sabia o que era bom e tal. Ele me indicou pra eu fazer na
clínica dele um procedimento chamado ozonioterapia. Nunca tinha ouvido falar.
Isso era pela manhã e já agendei a tarde pra fazer. Ele falou tão bem da tal
ozonioterapia, que disse que até câncer curava. Em uma rápida pesquisada no
google, que aceita tudo, li boas coisas a respeito do método e fui final da
tarde para fazê-lo. Esse médico, que é mais comerciante do que propriamente
médico, e quase nunca executa os procedimentos sempre deixando ao encargo de
enfermeiras e fisioterapeutas, recomendeou a uma de suas enfermeiras que fizesse
a trágica aplicação. Durante o procedimento, eu comentei com ela que já tive
problema de lesão na panturrilha, se seria bom aplicar. Ela erroneamente,
diga-se de passagem, demonstrando total conhecimento disse que sim que era
excelente, e pimba aplicou a “poha” do ozônio na minha panturrilha. Já saí da
clínica mancando, mas ela disse ser normal aquilo. Nos outros dois dias a dor
não passava e tive que cancelar alguns treinos. Três dias depois, quando fui
tentar trotar senti uma fisgada na panturrilha. Isso a menos de 30 dias para o
dia D. Surtei, pois quem é atleta como nós sabe bem que lesão muscular não
recupera em menos de 30 dias, com sorte.
Liguei para o tal médico que
disse que em 5 dias o gás sairia, que o gás pode ter provocado a distensão do
músculo. Enfim, veio com um papinho aranha pra cima de mim. Pra não piorar o
que já estava terrível, resolvi não polemizar mais e deixei de lado, já
começando me conformar que a maratona, depois de toda a epopéia descrita acima
estaria indo por água abaixo.
Os dias seguintes foram de pura
desolação, pra não ficar parado, estava fazendo aulas de alongamento, nadando e
fazendo uns pesinhos em casa mesmo, pra manter o corpo em atividade.
Uma semana depois tentei dar novo
trotinho e o que acontece, não só fisgou de novo a panturrilha, como comecei
sentir dores no joelho que até então nunca tinha sentido. O que estava terrível
começou tomar ares de catástrofe. Joelho e panturrilha bichados e 42 km se
aproximando. Fiquei mais uma semana parado e no outro domingo dei um trotinho
com a Thais de 10 km, entre andar e trotar no ritmo dela. Senti o joelho, mas a
panturrilha não. Isso já estava de bom tamanho, porque sabemos que dores
articulares são suportáveis pra correr, musculares (distensão, estiramento),
não tem jeito
Parei mais 4 dias, e viajei , fui
sabendo que seria missão impossível correr. Teria mais 13 dias para acontecer
um milagre e a lesão da panturrilha curar. O joelho não parava de doer, mas já
nem ligava mais pra ele. Estava mesmo preocupado com a panturrilha. Andamos
bastante em Londres, por 6 dias, sem nenhum trotinho sequer e parecia que havia
melhorado a lesão.
Quando chegamos em Paris, na
terça-feira, 5 dias antes da prova, fui ver Paris Saint German x Barcelona. Como
o trem Londres-Paris atrasou, cheguei atrasado e inventei de trotar do metrô
até o estádio. O que rolou? Senti novamente uma fisgada insuportável na
panturrilha. Não consegui nem aproveitar o jogo, com um misto de desolação e
dor mesmo. Aí nesse momento tinha chegado à conclusão que seria impossível
correr 42.195 km. Quando voltei dei a notícia à Thais que também ficou
desolada. Mas não havia mais nada a ser feito. Manquei até à quinta-feira, com
dores na panturrilha e também o joelho.
Nesse momento só um milagre pra
me salvar. E milagres não existem assim tão facilmente. E eis que na
sexta-feira o milagre começou a tomar forma. Na feira para pegar o kit,
encontramos um stand que vendia e também aplicava tapping (kinesio taping ou
ainda bandagem). Pensamos (eu e a Thais): vamos colocar, quem sabe...afinal, não
havia mais absolutamente nada a se fazer. E assim o fizemos, um dia e meio
antes da maratona. Assim que coloquei, já senti certa diferença, conseguia
andar sem mancar, e a musculatura da panturrilha parecia firme. Na sexta-feira
mesmo ensaiei uns passinhos rápidos (à la marcha atlética, totalmente gazela, mas
tava valendo qualquer coisa pra buscar a medalha). Pensei, se andar rápido
consigo pace de 8:30 min/km e termino com menos de 6 horas. Pego a medalha e
está tudo certo. No sábado, véspera da prova, ensaiei um trotinho, consegui
correr 1 km no pace de 7:30 min/km e já parei. Aí pensei: bem, nesse ritmo, se
não fisgar a panturrilha, termino em
5:15 h. Excelente, considerando que até dois dias antes tinha desistido
até pra largar. Pois bem, como esse texto já está grande e cansativo, eu
suponho, não me estenderei muito nos eventos durante a maratona. Mas pra
resumir, larguei mancando, medo de pisar e uma dor chata no joelho, e assim foi
por 4 km, quando aqueci, as dores no joelho pararam e comecei a correr normal.
Claro que com um medo desenfreado de a qualquer momento a panturrilha fisgar e
eu ter que abandonar a prova. Não aconteceu, fui sem dor na panturrilha até o
final e concluí em 4:40 h. Tempo “totalmente excelente” pra quem sequer iria
largar.
Antes que me esqueça, a Thais
terminou bem a prova, sem sustos, conforme já era esperado pela disciplina e
natureza dela. Queria ser disciplinado assim (rs rs rs).
E assim termina a jornada de um
corredor. Após 30 dias parado, lesionado, concluiu uma maratona em menos de 5
horas. Dores? Apenas em todos os lugares possíveis e imagináveis do meu corpo...porém,
com sensação incomensurável de dever cumprido.
Agradecimentos especiais a todos os
já citados, sem vocês nada disso seria possível. Outros agradecimentos para
alguns que deram conselhos fundamentais para que eu decidisse largar: Miguel e Josie
Dantas, Cleberson Yamada, Klauss Henry e Sérgio Barbosa.
Além da menção honrosa para Nayara Osmar, Christiane Novaes e Denise Fonseca
(esta última sem saber o que estava acontecendo toda hora ficava pedindo pra
ver a melhada depois da prova....olha minha “responsa”).
Parabéns Frank superação total!!!!
ResponderExcluirObrigado Sacadura. Estivison obrigado pelo espaço. Sacadura, lembra aquele dia que te dei água, foi exatamente quando estava acompanhando a Thais de carro, já bichado. Gde abco.
ResponderExcluirLembro sim......aquela água foi um alívio no meu treino. Muito obrigado valeu!!!!
ExcluirSacadura. Vc e todos que conheci do grupo de vcs são pessoas nota 1000. Já tinha ouvido mto falar de vc e foi imensa satisfação conhecê-lo na prova da Acorp.
ExcluirSacadura. Vc e todos que conheci do grupo de vcs são pessoas nota 1000. Já tinha ouvido mto falar de vc e foi imensa satisfação conhecê-lo na prova da Acorp.
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ExcluirParabéns Frank e Thais, belíssimo relato. Abs.
ResponderExcluirOlá amigo, qui é o Bento Bichado heheheh, Sensacional sua matéria, gostei muito e vc merece,´um corredor determinado e um pouco teimoso mas fz parte.
ResponderExcluirQdo voltar vou te pegar novamente heheheh, abração e bons treinos amigo.
Bento. Rapaz. Volta logo, vc faz falta nas provas no MS. Será que um dia ganho de vc? Prometo tentar. Grande abraço e obrigado.
ExcluirÊh pangaré. Que texto, hein. Me fez rir, me causou angustia, e como não poderia deixar de ser, me fez encher os olhos de lágrimas ao final. Essa é a narração de um guerreiro que me orgulho tanto, e que tanto me impulsiona para continuar firme em busca da minha marata. Parabéns mais uma vez a vcs dois. Superação Total. SEMPRE! Essa é achave do negócio. Chris Novaes
ResponderExcluirQue superação, hein? Rapaz, muita gente na metade do caminho já teria desistido. Como diria Renato Russo: "Quem acredita sempre alcança". Parabéns, essa medalha aí vale mais que diamante, e tem o peso de um campeão. Vocês são uma inspiração, só quem corre sabe, só quem se lesiona sabe e principalmente só quem já esteve próximo de perder aquilo que tanto lutou, sabe o que é botar a medalha no peito e dizer: Eu venci!! Não importa as circunstancias, o que é nosso ninguém tira!! Nayara Osmar
ResponderExcluirAcompanho o Frank e a Thais nos bastidores e só tenho elogios para tecer ao casal, jogando muitos confetes, parabenizando vocês. Assim como na Maratona de Chicago.
ResponderExcluirCom todo amor de sua irmã e cunhada - Diani Pereira.
Excelente Frank !!! Sua determinação e cabeça forte (teimosia para alguns) te carregaram mais uma vez...
ResponderExcluirVc venceu qdo calculou: até trotando eu completo a prova e pego a medalha...
Parabéns e larga mão dessa tal de zoonose hehehe ... vc naun precisa desse gás naun...
Abs, Klauss Henry
Muito bom Frankão! Fiquei muito feliz ao ver o relato. A Laura leu e adorou. Foi bom porque limpou minha barra. Ela já estava desconfiada das minhas saídas de madrugada para correr.
ResponderExcluirSou grato a você e a Thais pelo incentivo. Hoje, tenho o vício saudável da corrida graças a vocês. Essa atividade tem me ajudado muito na administração dos problemas da vida.
Quanto a história relatada, tenho a dizer: "isso é Frank puro". Determinado, engraçado, loco ou não, superação, chegada ao fim dos 42K. Essa de Paris e a de Chicago já dá o início de um bom livro. Que venha a do Rio em julho.
Valeu!! Um Abraço
Valdecir
Oh Frank, parabéns. Com absoluta certeza vc foi um guerreiro. O cenário não estava nada favorável e vc foi lá perseverou. Determinação pura. Relato de arrepiar. Terminei a maratona de Curitiba em 4h17min com cãibra e foi dificílimo, por isso imagino o que vc passou. Parabéns.
ResponderExcluirOh Frank, parabéns. Com absoluta certeza vc foi um guerreiro. O cenário não estava nada favorável e vc foi lá perseverou. Determinação pura. Relato de arrepiar. Terminei a maratona de Curitiba em 4h17min com cãibra e foi dificílimo, por isso imagino o que vc passou. Parabéns.
ResponderExcluirFrank, fiquei realmente emocionado ao ver as suas palavras a meu respeito aqui no seu texto. Fico feliz se de alguma forma consegui ajudar e contribuir com uma pessoa como você, que busca sempre superar seus limites. O que me dá motivação para seguir em frente nesse mundo louco são os desafios a que eu me proponho. Me sinto um vencedor apenas quando eu supero os meus limites pessoais, nunca tenho adverssários apenas companheiros e você é um deles. Grande abraço !!
ResponderExcluirAgradeço as palavras de todos que aqui comentaram. Aos que leram e aos que se identificaram, motivaram-se, enfim, a todos mesmo. A maioria eu conheço pessoalmente, o prof. André Rocha só de nome e sei que é do grupo da galera e tbm maratonista. Parabéns a vc tbm prof. André por Curitiba.
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